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Agora... ela sabe!

Ela sabe que não sabe se esse dia virá. Ela sabe que essa esperança que se encerra no seu peito acabará por morrer, morrerá ou por ser já desnecessária ou de cansaço, cansaço de esperar algo que não chega. Ela sabe que é vista, não sabe, no entanto, se isso significa alguma coisa. Ela sabe que o tempo tudo resolve e sabe que há coisas que não pode ela resolver, porque não lho compete fazer. Ela sabe pelo menos que não as pode resolver pois não saberia o que viria depois. Mas em toda esta incerteza, ela sabe (com toda a certeza!) que se ele vier, virá sem barulho, com pés de lã para não assustar. Sabe que se instalará sem dar nas vistas e que só eles saberão que ele ali está. Ficará em segredo a sua estadia naquele sítio, naquele lugar nenhum. Ficará em segredo tudo o que dirão sem falar, pois nada ficará por dizer. Ela sabe que não sabe, mas que irá saber. Só tem que saber esperar.
Mas ela também sabe que "o que os outros dizem mal se escreve". Ela sabe que aquilo que existe ou deixa de existir, ninguém tem o direito de rotular e intitular pois mal de nós se os amores fossem todos iguais!

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